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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Da sombra à luz



Previsível.
Um céu tranquilo que condizia com o coração daquela gente.
Mas como nada neste mundo desassosego é imutável, 
rajadas de fogo no coração de um e de outro.
Ao meu ver, o barulho era o sossego.
Mas não existia nenhum mistério intransigente
Existia sinceridade sem cautela e cautela na ação.
Surgiam perguntas naturais...
Assim, naquele momento, eu gostaria de ver-te novamente.
Colocar a vitrola com uma canção européia desconhecida
E talvez ensaiar um balançar-a-cabeça.
Naquele tempo em que não se acreditava mais em amor
Eu o sentia
E poderia acreditar que aquelas preces feitas 
Tinham um vigor interessante
Não porque poderiam ser cumpridas.
Somente por serem preces
Dúvidas permaneciam sem respostas
E os olhos das perguntas pareciam bem mais brilhantes
Depara-se com o desconhecido 
Aí então o conhecido envolve o pensamento
E aí então confirma-se algo
Me anulo? ou te firo
Nem um, nem outro
Te amo e me amo.
Sinta o abraço.
Aquela gente vazia se encheu de bem-querer.
Ah! Eu te quero eternamente!



Um comentário:

Lika FRÔ disse...

Você passa muita paz nas palavras. Eu leio e sinto como se estivesse em outra dimensão. Que doido isso :)