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terça-feira, 17 de agosto de 2010


A vida acontece numa questão de segundos, numa analogia de um curta desvairado, onde a platéia que o assiste também interage. Meninas enciumadas, sexos dominadores, depressões na linha entre a vida e a morte. Me instigue na letra dessa música. Bastardos! Saiam dos telhados e gritem ainda aí em cima a liberdade. A liberdade de esquecer o sabor que a vida te mostra e você não vê. Olhe daí de cima, o horizonte universal que reflete tua voz quando ela se transforma em grito. Ouço daqui um cochicho com a mesma intensidade do grito que tua alma aprisionada propos no instante que me viu. Na floresta, um lado negro cala até o canto dos passarinhos. Há todo um desafio pra encontrar a saída. Há toda uma chance de se envolver com uma vida errante. Seria muito fácil só nascer crescer e morrer. Seria patético. Aqui em baixo nãohá nada o que temer. Como marionetes seremos chamados. E daí contaremos nossa história através dos que ficaram. Um sopro. Menino que mora nomeu coração. Menino tão lindo. Respire. Se satisfaça. Esqueço do mundo por ti. Esqueço dos meus sonhos pra vc se lembrar dos seus. A inspiração me vem como um canto do rock´n roll mais audacioso. Estou do lado teu. E sempre estarei. Condições adversas. Você me proíbe? Eu entoo um canto de segredos. Você acha que conhece tudo em mim. Não. Há tempos não me vê mais. Há tempos não se vê mais. Mas está perto o começo duma aurora pra ti!

Um comentário:

Fogo disse...

Em um momento qualquer bate a vontade, o surto... o incontrolável, a infinita vontade de expor o que se pensa.

Nessas horas a sinceridade aparece, nada mais importa.
A verdade dói mas é o melhor a se fazer.