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quinta-feira, 19 de agosto de 2010



...seja paciente com tudo que não está resolvido em seu coração. Tente amar as próprias interrogações, como se fossem quartos trancados ou livros escritos num idioma estrangeiro. Não procure agora as rspostas que não podem ser dadas, pois você não seria capaz de vivê-las. E o importante é viver tudo. Por enquanto, apenas viva as perguntas.Talvez então, pouco a pouco, sem mesmo perceber, você possa, em um dia distante, conviver com as respostas.
Rainer Maria Rilke, "Carta a um jovem poeta",1934.


***
Com o sorriso mais raro, faço da vida um livro congruente
Embaraço meus sentimentos duma forma leve e o resultado sou eu
Por mais que doesse ou que me limitasse, amei
Amei a mim mesma como sinopse do livro
Depois, nobres colegas, consegui inventar um amor
Um amor imperfeito, criado pra me fazer questionar
Tantas figuras imprevisiveis fizeram personagens reais
Mistérios que hei de descobrir...imagens que não me deixam enganar
Na essencia, tenho coragem, além de tudo e é isso que me faz tentar e contar
Tentativas prudentes
Nó na garganta de trilhar por caminhos obscuros
Cada história que vivi: histórias perfeitas
Um doce gosto
E sinto naqueles que amo, uma magia diferente
Como que se tivesse que aproveitar cada fel
Pra poder saborear o doce gosto acima citado
Não vivo por eles, vivo por mim
Mas meus amados são personagens principais
Não existe o melhor ou o pior
Existem sem máscaras, sem prescrições
Quero caminhar com destreza todos os declives que aparecerem
pra poder contar lá do alto o quão bela foi essa experiência
e poder incentivar a vida a todos que tem medo dela aqui na terra.

Um comentário:

Anônimo disse...

Com toda certeza, desta forma facilitamos o tic tac do relógio que nos mostra a cada dia, no momento oportunoo, e muitas vezes, é bem aquela hora que nos olhamos no espelho e vemos as marcas do dia anterior, nos dizendo, leve consigo esta experiência , mas não queira ser mero coadjuvante desta realidade, pois é com vc mesmo que eu estou falando, como se empunhasse em simples acordes do som do amanhecer, atando qualquer nó que tenha surgido na garganta, naquela situação que só um olhar não basta mais, e as palavras, tampouco...