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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Viva!

O conheci numa noite estrelada em outubro de 2007. Havia no ar um desejo de estar perto um do outro. Eu, Touro. Ele, Sagitário. E o vento soprava em Libra. De onde este desejo implícito veio, não sei dizer. Mas digo que sempre tive uma certeza matriz. De sempre querer sua compania. Acho que isso é divino. Deve ser. Passaram exatamente 2 anos e quatro meses. Pouco pra quem nunca amou. Ou quem tem uma visão muito “redonda” da palavra. O amor não é só um céu estrelado. O amor tem q se machucar um pouco pra ser descoberto... Estar na chuva, na trovoada. E é assim que aprendemos a amar mesmo. Com as nossas misérias mais escondidas, com as misérias do outro. E mesmo com o espírito calejado, sofrido e vivo além de tudo, nos amamos. E o brilho desse sentimento ilumina as pessoas mais sensíveis a essa união. Amigos e entes compram a luta pelo nosso amor. Um amor sem preço. Um sentimento tão enorme, diferente de tudo o que já foi sentido. E no passado achava q amor era o que senti. Estamos em 2010. E desde aquele outubro sinto que me mandaram um presente. Um presente de olhos claros, de beleza única, com um estilo interessante e uma luz intensa e ao mesmo tempo, calma. Acho na verdade que recebi um parque de diversões. No sentido de que me aventuro nele quando o carrinho (da montanha russa) chega, dá vontade de repetir milhares de vezes, apesar de qualquer medo, de qualquer obstáculo. Sinto as bênçãos dos céus tocando fundo na minha alma. Sinto o poder de Deus renovando os passos que há muito estavam cansados, pesados. Ganhei também um presente desses em 2004. Diferente na figura, mas igual no amor. Ela tem os olhos de amêndoas doces. Um sorriso discreto, mas límpido e apesar do gênio um tanto forte tem a ternura da paz. Tem uma teimosia abstrata e tem o meu amor. E me sinto feliz até quando me lembro do véu negro, que estive envolvida anteriormente, emoldurado somente pelas visões turvas do medo. O medo impõe barreiras invisíveis. Mas não se engane que a invisibilidade que o torna maior e mais perturbador. O medo é o que faz as coisas obscuras acontecerem. O medo é na verdade uma abstração. Enfim. Me sinto sim privilegiada tanto pelos presentes quanto por ter tido medo. Na verdade me sinto muito bem por existir de uma forma tão maravilhosa. Com altos e baixos. Me sinto elevada por ser um instrumento tão perfeito de Deus. Aliás, as preces desse momento são para que vocês também possam enxergar a vida com o espírito terno de Deus. Ele está em vocês e quer realmente que não vejamos o mundo como a coisa mais injusta, a coisa mais detestável. Não sejamos injustos. Deus nos deu a vida, não para nos preocuparmos com a morte, mas para vivê-la com prazer. Com alegria. Com amor. E fazer disso uma diversão. Será que alguém pode se divertir sem nenhum artifício ou sem nenhuma intenção de lucro? Bem, isso há de ser deixado pra outra ocasião, apesar das palavras estarem fluindo incrivelmente hoje...
Termino agradecendo do fundo do meu coração. As oportunidades. As conversas sinceras. A morte da ingratidão. A vida das ocasiões. A inteligência do espírito. A beleza divina. A beleza humana desapegada da matéria. Ao eu-lirico. A sapiência inocente das crianças. A honra do amor. A liberdade. A ansiedade de querer noticias futuras. Dos estudos para aprimoramento da alma. E a quebra dos muros que separam a descoberta da verdade. Da sua verdade!

3 comentários:

Lincoln disse...

incrível seu texto, dá pra sentir como ele fluiu em você... um beijo!!!

juliane disse...

quanta autenticidade...lindo,lindo lindo!!!!

Mila S disse...

*suspiro*